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12/01/2017
Música: Pare, preste atenção - Escarpa Devoniana
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11/24/2017
Comissão vai elaborar Estatuto da Liberdade Religiosa no Paraná

A Audiência Pública sobre a Liberdade Religiosa realizada na manhã desta terça-feira, no Plenarinho da Assembleia Legislativa do Paraná, resultou na constituição de uma comissão que irá elaborar o Estatuto da Liberdade Religiosa.
O evento, proposto pela deputada Mara Lima (PSDB) e pelo deputado Péricles de Holleben Mello (PT), contou com a presença de representantes de diversas igrejas e instituições religiosas que debateram aspectos entre a fé e o Estado Laico.
De acordo com o deputado Péricles, há na política brasileira movimentos que têm sua origem nas igrejas e mostram a relação complexa entre a religiosidade e o Estado Laico. “É preciso discutir as igrejas como instrumento de fé, amor e espiritualidade, mas também enquanto instrumento de ação social emancipadora, de agregação comunitária e expressão da cultura da população”.
Para o parlamentar, “as religiões são a manifestação mais pura da rica diversidade cultural do povo brasileiro. É certo que vivemos num momento da humanidade marcado pela intolerância religiosa, mas ao mesmo tempo existe um diálogo inter-religioso que se aprofunda cada vez mais”.
Na opinião do vice-presidente da Associação Inter-religiosa de Educação, representante da Fé Bahá’í, Sylvio Fausto Gil Filho, “…a liberdade, por si só, não é um valor. É uma condição para exercer um valor. Existem princípios de ética universal que não podem ser feridos. Hoje há uma omissão ou conivência com o discurso de ódio, que visa desqualificar ou desmontar o discurso religioso do outro. Me parece que não há dispositivos legais que coíbam isso”, disse.
O representante da Comunidade Israelita, Marcus Levy, destacou o papel do Estado em relação à religiosidade. “Devemos estar alertas para que os princípios que dizem respeito à liberdade religiosa, presentes na Declaração dos Direitos Humanos, da qual o Brasil é signatário, e na nossa Constituição, não sejam maculados. Na Constituição de 1988, há, além da laicidade do estado, a questão relacionada à consciência, posição que coloca o Estado como garantidor da liberdade de crença e da não-crença, ou seja, quem não crê também está protegido pelo Estado”.
Em sua intervenção na Audiência, Gamal Oumairi, diretor do Instituto Brasileiro de Estudos Islâmicos do Paraná, falou sobre o atual quadro de violência relacionado às religiões. “A intolerância religiosa, infelizmente, é uma realidade que vivemos hoje. Há templos vandalizados e até pessoas sendo mortas. O Estado do Paraná precisa de leis que realmente protejam as religiões, com uma verdadeira Cultura de Paz, para que finalmente tenhamos liberdade religiosa”.
Edward James Santos Harrison, conhecido como Pai Jimmy, presidente do Conselho Deliberativo da Federação Umbandista do Paraná, relatou alguns problemas sofridos por sua comunidade. “Já sofremos profanação dos nossos templos e outros tipos de violência. Precisamos de um local de referência onde, todos nós, unidos, possamos praticar a paz. É preciso trazer à luz questões éticas para que tenhamos verdadeira liberdade religiosa. Nesse sentido, eventos como a Audiência de hoje são muito importantes”.
Para o representante do Centro de Estudos do Budismo Bodisatva, Milton Sato é preciso um esforço pessoal para que a paz aconteça. “Acredito que devemos trabalhar para controlar nossa própria mente para praticar nossa religião de uma forma melhor, sem dualismos excludentes”.
Jorge Shieferdecker, pastor Luterano, disse que a laicidade do Estado é uma meta a ser alcançada. “Na medida que o mundo se descortina na nossa frente devido à tecnologia, as questões como liberdade e respeito à cultura religiosa de outra pessoa ficam muito mais locais. É preciso entender também que nenhuma religião é monolítica. Todas são complexas e diversas dentro de uma unidade, como os evangélicos, por exemplo. Portanto, não cabe ao Estado dar conta de regulamentar isso, mas garantir o bem estar e o convívio entre toda população”.
Participaram ainda da Audiência, os deputados Claudio Palozi (PR) e Ademir Bier (PMDB), o capelão da Alep, padre José Aparecido e Janice Cherpinski, do setor de Atendimento a Vulneráveis da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa, da Polícia Civil.
Os presentes na Audiência farão parte da Comissão para elaboração do Estatuto da Liberdade Religiosa ou indicarão membros para a composição da mesma. Além disso, setores religiosos que não puderam comparecer ao evento serão convidados a participar da construção do documento.
Fonte: Assessoria do Dep. Péricles de Mello - PT Paraná
Alunos do Colégio Dynâmico têm aula sobre escarpa devoniana
O deputado estadual Péricles de Holleben Mello esteve na manhã desta quinta-feira, 9, no Curso e Colégio Dynâmico, em Ponta Grossa, para ministrar um aula sobre a Escarpa Devoniana e os Campos Gerais.
Em pauta, o projeto de lei 527/2016, que tramita na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) e pretende reduzir a Área de Proteção Ambiental (APA) da Escarpa em 68%. Atualmente o projeto está sendo avaliado pela Comissão de Ecologia e Meio Ambiente da Alep, aguardando pareceres técnicos de órgãos estatais ligados à área.
“Temos percorrido várias cidades dos Campos Gerais falando sobre a Escarpa Devoniana, mas Ponta Grossa será mais drasticamente afetada em caso de aprovação do projeto. Por isso, nosso esforço para falar sobre o assunto ao maior número de pessoas possível aqui. Professores e alunos nos receberam muito bem. Além disso, as questões relativas à APA também podem se tornar questões do vestibular, e acredito que a nossa palestra também possa ajudar os estudantes nesse sentido”, disse o deputado.
Na palestra, os alunos puderam assistir ao documentário “Os últimos Campos Gerais”, disponível nesse link http://osultimoscamposgerais.com.br/, produzido pelo Observatório de Justiça e Conservação. O vídeo mostra de maneira didática os prejuízos que todas 12 cidades pelas quais passa a APA da Escarpa Devoniana terão caso o projeto de redução seja aprovado.
“Aproveitar todas nossas belezas naturais de forma consciente, preservando a Natureza, nossos rios, campos, lagos e cachoeiras é um desafio que temos de superar. É o futuro de todos nós que está em jogo. É a identidade do nosso povo, são as coisas que nos ligam à nossa terra”, salientou Péricles.
Fonte: assessoria do Dep. Estadual Péricles de Mello (PT Paraná)
UCRÂNIA – Deputado do Paraná pede condenação da Rússia por violar Direitos Humanos
No dia 25 de outubro, o deputado estadual Péricles de Holleben Mello protocolou requerimento à Assembleia Legislativa do Paraná para que envie às autoridades federais uma nota pedindo para que o Brasil vote pela condenação da Federação Russa por violações de Direitos Humanos no que diz respeito ao povo ucraniano, mais precisamente da região da Criméia, na cidade de Sevaltapol.
“No Paraná reside meio milhão de brasileiros descendentes de ucranianos. Essa população faz parte da nossa história econômica e social, possuindo relações diárias, familiares e culturais com cidadãos da Ucrânia. Hoje esse grupo vive apreensivo com as notícias da pátria de seus avós pelas múltiplas violações cometidas desde a ocupação pela Federação Russa”, disse o deputado.
Segundo Péricles, o Brasil deve se pronunciar contra as violações dos direitos humanos pela Federação Russa praticados nos territórios ocupados da Ucrânia. “A Federação Russa vem desenvolvendo uma política agressiva com relação a seus vizinhos, com leis russas arbitrariamente aplicadas aos cidadãos dos territórios ocupados, imposição da naturalização dos habitantes, ataques a liberdade de opinião, associação e religião, especialmente contra os tártaros, uma minoria muçulmana”, relatou.
Fonte: http://periclesdemello.com.br/
11/02/2017
Péricles de Mello participou do lançamento do documentário "Os Últimos Campos Gerais"
O deputado estadual Péricles de Mello (PT Paraná) participou no último dia 27 do lançamento do documentário "Os Últimos Campos Gerais"ASSISTA AQUI no auditório da Expo Unimed Curitiba, que contou com a a participação de lideranças, ambientalistas, empresários, estudantes e artistas. O deputado é um dos maiores opositores ao projeto de lei que visa diminuir a APA da Escarpa Devoniana em 70%. Vídeo abaixo produzido pelo mandato do referido deputado.
10/08/2017
Péricles de Mello emite nota de repúdio à ACIPG por carta pública de apoio à intervenção militar
NOTA DE REPÚDIO
Quero manifestar meu mais profundo repúdio à iniciativa das diretorias da Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (ACIPG) e de outras vinte e sete instituições da Região dos Campos Gerais que declararam em forma de carta pública em jornal impresso ponta-grossense apoio ao general Antônio Mourão e à declaração deste de que "uma intervenção militar pode ser adotada se o Judiciário não resolver o problema político referente à corrupção".
A mesma ACIPG já foi destaque no cenário nacional de forma deletéria quando sua diretoria incorporou o discurso raivoso presente nas redes sociais e propôs, no ano de 2014, a suspensão do direito de voto a beneficiários do Programa Bolsa Família.
O Brasil ainda não se recuperou totalmente da tragédia da ditadura militar imposta ao país entre os anos de 1964 e 1984 e não há a mínima razoabilidade em se propor a volta a um passado de terror.
O desconhecimento histórico suscita por vezes o contrassenso de tentar sanar os problemas da corrupção no país propondo um regime que punia qualquer iniciativa de denúncia da vasta corrupção daquele período.
Além da corrupção, a ditadura militar significou arbítrio, controle do Poder Judiciário e ruptura do regime jurídico, cassação de direitos políticos de opositores, violação das liberdades individuais, autoritarismo, endividamento público galopante, salários achatados, concentração absurda de renda e da propriedade da terra, inflação desmedida, violações gravíssimas aos Direitos Humanos, fome, miséria e, como marca máxima da opressão, o cometimento de crimes de assassinato pelo Estado.
Deixo registrado, portanto, este voto de repúdio que também será proposto na próxima segunda-feira à Assembleia Legislativa do Paraná.
DEPUTADO ESTADUAL PÉRICLES DE HOLLEBEN MELLO
10/01/2017
Audiência pública discutiu "deserto verde" no Município de Imbaú
A Assembleia Legislativa do Paraná promoveu, nesta sexta-feira, 29, uma Audiência Pública na cidade de Imbaú para discutir soluções para as populações atingidas pelo Deserto Verde nas cidades que ficam nos Caminhos do Tibagi.
A presença maciça das plantações de Pinus e eucalipto para extração de papel e celulose trazem desenvolvimento econômico para cidades dos Campos Gerais, mas também afetam de alguma forma nascentes, o meio ambiente e modificam a vida das comunidades originas, faxinais e outras formas de organização comunitária de pequenos agricultores.
O grupo dos Atingidos pelo Deserto Verde conseguiu se organizar para trazer as empresas e os grandes proprietários para o debate e os efeitos positivos já se fazem sentir.
Dessa organização já é possível prever que possam sair soluções para resolver muitos problemas das comunidades e regulamentar o plantio de plantas exóticas com vistas a preservar a economia da região e melhorá-la, diversificando a produção e dando opções, principalmente, para os que detêm menores condições competitivas.
Um exemplo a se seguido nas questões relativas à Área de Proteção Ambiental da Escarpa Devoniana. Com um debate aberto e franco, é possível preservar o meio ambiente e garantir uma economia sustentável.
(Via Facebook do dep. estadual Péricles de Mello)
8/10/2017
Castro se mobiliza em favor da Escarpa Devoniana
Mais de 130 pessoas participaram na última segunda-feira, 7, de um debate sobre a Área de Proteção da Escarpa Devoniana e dos Campos Gerais na cidade de Castro. A reunião contou com a palestra do professor doutor Gilson Burigo, da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), e foi organizada pelo vereador Mauricio Kusdra.
A discussão aconteceu na antiga sede da Câmara Municipal e girou em torno do Projeto de Lei 527/2016, que tramita na Assembleia Legislativa do Paraná e que pretende diminuir a APA da Escarpa em dois terços, passando dos atuais 392 mil hectares para 126 mil hectares.
Segundo Burigo, o projeto carece de uma sustentação técnica mais adequada. “O estudo que baseia o projeto é muito inconsistente e tem vários problemas técnicos. É insustentável. Além disso, é necessário um debate muito mais profundo sobre esse assunto, reunindo toda a comunidade”, disse.
O deputado estadual Péricles de Holleben Mello (PT), um dos defensores da APA da Escarpa, também esteve presente e falou sobre o desafio para barrar o projeto de lei. “Esse projeto foi apresentado por deputados da base aliada ao governo do Estado, que são maioria; ao que parece, também é de interesse do governador que esse projeto seja aprovado, pois foi o próprio Instituto Ambiental do Paraná que encomendou o estudo que embasa o projeto. Mas acredito que se toda a sociedade se mobilizar em defesa da APA, poderemos convencer os deputados sobre os problemas da redução da APA e buscar outras alternativas”, afirma.
Via assessoria do Dep. Estadual Péricles de Mello (PT Paraná)
Outras matérias sobre a APA da Escarpa Devoniana
7/16/2017
Péricles alerta sobre cálculo equivocado do custo de alunos universitários do Paraná
O deputado Péricles de Holleben Mello (PT) alertou a sociedade paranaense sobre cálculos equivocados que estão sendo divulgados pelo Tribunal de Contas (TCE), de forma preliminar, e usados pela base de apoio do governo do Estado na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) com relação ao custo dos alunos das universidades estaduais.
“As universidades do Paraná orgulham a todos os paranaenses e têm um reflexo positivo enorme na vida das cidades, pois são regionalizadas. Não é possível comparar as universidades com o ensino básico como se a única obrigação delas fosse apenas ensinar. As universidades têm de fazer ensino, pesquisa e extensão. Além disso, há os hospitais universitários. Por esse motivo não é possível apenas utilizar os dados do orçamento destinado ao ensino superior e dividir pelo número de alunos”, disse, referindo-se ao método utilizado pela base governista da Alep para tentar demostrar que os gastos em Educação Superior são excessivos.
A polêmica iniciou quando o TC fez o “lançamento” de uma auditoria nas Universidades Estaduais, no último dia 26 de junho. Os dados preliminares apontavam um custo de R$ 9 mil por mês por aluno. No entanto, esse cálculo foi contestado imediatamente pelas universidades, que divulgaram números muito inferiores, oscilando entre R$ 1,3 mil e R$ 2,5 mil ao mês por aluno.
Via assessoria do Dep. Estadual Péricles de Mello
Universidades estaduais não são um "peso". São instrumentos de desenvolvimento
As universidades públicas estaduais são pontos de equilíbrio social nas diferentes regiões do Estado. 97% da produção científica do país vêm das universidades públicas, federais ou estaduais. O governo do Estado considera as universidades como um “peso” e não como o que são, instrumentos de desenvolvimento intelectual, cultural e econômico do Estado. As afirmações foram feitas durante audiência pública promovida pelas Comissões de Cultura, Ciência e Tecnologia e Direitos Humanos na manhã desta terça-feira, 11, no plenarinho da Assembleia Legislativa, para debater o futuro das universidades públicas estaduais. Convidado, o governo do Estado não mandou representantes.
Presidente da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania, o deputado Tadeu Veneri (PT) disse que, nesse momento de crise institucional e civilizacional, em que o fascismo avança a passos largos em todos os espaços, é importante estar ao lado dos que produzem conhecimento público, gratuito e universal. "O acesso ao conhecimento não pode estar restrito à determinadas camadas da população que sempre foram privilegiadas”, disse Veneri.
Para o deputado, eventuais problemas que possam haver no uso dos recursos devem ser sanados e não podem servir de pretexto para tutelar o ensino superior. "Porque quando um governo quer tutelar a universidade, mais do que tutelar pessoas, quer tutelar ideias”, afirmou o deputado sobre a polêmica em torno da Meta 4, com a tentativa do governo de assumir o gerenciamento das despesas e receitas das instituições públicas estaduais, através do sistema chamado Meta 4.
O reitor da Universidade Estadual de Maringá (UEM) Mauro Luciano Baesso, ao defender a autonomia universitária e apontar os riscos à produção científica e o acesso à educação superior representados pela tentativa A autonomia universitária compreende não apenas a prerrogativa de gestão dos recursos, mas também diz respeito à liberdade de pensamento e de decisão sobre ações prioritárias, disse. “A Meta Quatro é controle político sobre a universidade. Esse sistema significa que setores do governo vão decidir como serão as progressões internas, quem vai receber e que, atualmente, são feitos seguindo critérios específicos e públicos”, disse o reitor da UEM.
O reitor em exercício da Universidade Estadual de Londrina (UEL) , Ludoviko Carnasciali, destacou que o controle externo sobre a aplicação dos recursos públicos nas instituições, principal argumento do governo para implantar a Meta 4, já é realizado mensalmente por vários órgãos, entre eles, o Tribunal de Contas do Estado, além de auditorias frequentes nas instituições. “Nós fazemos relatórios mensais sobre a folha de pagamento de pessoal. Estas informações vão para a Secretaria da Fazenda, Secretaria de Administração e Secretaria de Ensino Superior, Ciência e Tecnologia, além do TCE. Esse controle financeiro já existe. O que eles querem é fazer interferência política nas universidades estaduais”, disse Carnasciali.
A decisão sobre o pagamento da gratificação Tide (Tempo Integral sobre Dedicação Exclusiva) seria um dos principais objetivos do governo estadual ao tentar forçar a adesão das universidades à Meta 4. “Ao repassar para Curitiba essa decisão, as universidades perdem fontes de receita já que os profissionais, que recebem esse incentivo salarial produzem menos para a universidade”, disse o reitor em exercício. Ele destacou que, em 2017, a UEL arrecadou R$ 180 milhões através de projetos desenvolvidos pelos professores com dedicação integral e prestação de serviçosO reitor da Universidade Estadual de Ponta Grossa ,Carlos Luciano Sant`Anna Vargas, também defendeu a autonomia das instituições, afirmando que a instituições que dirige tem um sistema de controle de receitas e despesas que funciona eficazmente e é referência para outras universidades. “Não temos medo de controle externo, de auditorias. A fiscalização é intensa e permanente. A universidade é aberta. O que defendemos é que as decisões nas universidades, cada uma com suas prioridades, não podem ser submetidas à vontade de alguns setores governamentais ”, disse.
Participaram da mesa de debates:
DEPUTADO PÉRICLES DE MELLO
PRESIDENTE DA COMISSÃO DE CULTURA E PROPONENTE DESTA AUDIÊNCIA PÚBLICA
DEPUTADO TERCILIO TURINI
PRESIDENTE DA COMISSÃO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR
DEPUTADO TADEU VENERI
PRESIDENTE DA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E DA CIDADANIA
DEPUTADO NEREU MOURA– PRESIDENTE DA COMISSÃO DE ORÇAMENTO
DEPUTADO MARCIO PACHECO –MEMBRO DA COMISSÃO DE EDUCAÇÃO
DEPUTADO PROFESSOR LEMOS– MEMBRO DA COMISSÃO DE EDUCAÇÃO
DEPUTADO EVANDRO ARAÚJO –MEMBRODA COMISSÃO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR
DEPUTADO CLAUDIO PALOZI
MEMBRO DA FRENTE PARLAMENTAR EM DEFESA DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS ESTADUAIS
MAURO LUCIANO BAESSO
REITOR DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ
PROFESSOR CARLOS LUCIANO SANT’ANA VARGAS
REITOR DA UEPG E PRESIDENTE DA APIESP – ASSOCIAÇÃO PARANAENSE DAS INSTITUIÇÕES DO ENSINO SUPERIOR PUBLICO
BRUNO DE ALMEIDA PASSADORE
DEFENSOR AUXILIAR DO NUCLEO DE DIREITOS HUMANOS DA DEFENSORIA PÚBLICA.
PROFESSOR NILSON MAGAGNIN FILHO
PRESIDENTE DA SINDPROL ADUEL - SINDICATO DOS PROFESSORES DO ENSINO SUPERIOR PÚBLICO ESTADUAL DE LONDRINA E REGIÃO E COORDENADOR DO COMITE EM DEFESA DO ENSINO PUBLICO DO PARANA.
MARCELO ALVES SEABRA
EX-PRESIDENTE E TESOUREIRO DA ASSUEL SINDICATO DOS TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS DA UEL – REPRESENTADO OS TECNICOS DAS UNIVERSIDADES
ANELIZA BARBOSA ROSISCA
PRESIDENTE DCE-DIRETÓRIO DOS ESTUDANTES UEL
Via Assessoria do Dep. Estadual Tadeu Veneri (PT - Paraná)
3/21/2017
ESCARPA DEVONIANA - Ouça os pareceres dos deputados prós e contras à redução
Fonte: Mareli Martins - Rádio T
3/15/2017
3/10/2017
Deputado Péricles de Melo fala sobre Campos Gerais e Escarpa Devoniana
Assine o abaixo assinado contra a redução da APA da Escarpa Devoniana - clique aqui
Liderança da Oposição da ALEP
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