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6/09/2018

Petroleiros explicam aos deputados as razões da crise no combustível

Petroleiros explicam aos deputados as razões da crise no combustível

Se o governo Temer vender a Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), o Paraná vai ter uma redução de cerca de R$ 5 bilhões na receita de impostos, sem considerar a perda dos empregos e os danos para toda a população do Estado, alertou o deputado estadual Tadeu Veneri (PT). Ele fez um relato em plenário sobre a reunião realizada pela Comissão de Direitos Humanos e Cidadania durante a manhã desta terça-feira, 29, entre petroleiros e deputados estaduais para debater a privatização e a política de preços da Petrobras e a crise dos combustíveis.
O presidente do Sindicato dos Petroleiros do Paraná e Santa Catarina (Sindipetro PR-SC), Mario Dal Zote, fez um histórico dos problemas da Petrobras para os deputados presentes. Zote disse que a redução de impostos, base da negociação do governo para encerrar a greve dos caminhoneiros, não irá resolver o problema do preço dos combustíveis. “O problema está na política errônea de gestão da Petrobras que prioriza a exportação do óleo em estado bruto e está importando os produtos com valor agregado maior, como o diesel e a gasolina”, afirmou. “Nós produzimos em real e importamos em dólar. A população está pagando o gás, o diesel e a gasolina com os preços atrelados ao dólar”, explicou.
Zote destacou ainda que é importante esclarecer à população que a política de gestão da Petrobras, após o golpe de 2016, paralisou parte das operações das refinarias que estão com capacidade ociosa e que teriam condições de produzir óleo diesel. “Mas a Petrobras não usa as refinarias e prefere importar trinta por cento do que consumimos. De uma hora para outra, os Estados Unidos se transformaram no maior exportador de diesel para o Brasil, quando teríamos possiblidade de produzir a preços bem menores”, declarou.
A Repar está entre as quatro refinarias que o governo Temer irá colocar à venda no país. No total, o Brasil tem treze refinarias. A Repar está operando com apenas setenta por cento da capacidade, citou o deputado Tadeu Veneri, acrescentando que as quatro que foram colocadas à venda respondem por 25% do abastecimento interno. “Imaginem, o que acontecerá quando forem vendidas”, afirmou o deputado.
Veneri destacou que o Brasil é o quinto maior mercado de derivados de petróleo e o oitavo maior parque de refino do mundo. “E tudo isso será colocado à venda a preço de banana”, disse. Ele citou que os governos anteriores investiram R$ 5 bilhões somente nas obras de ampliação da Repar e que, agora, as quatro refinarias estão sendo oferecidas por R$ 10 bilhões.
Veneri cobrou do governo do Paraná alguma iniciativa para impedir a venda da Repar. “Se o Paraná perder a arrecadação da Repar, vai ser uma quebradeira geral. Quem vai sofrer é a população”, declarou.
Fonte: www.tadeuveneri.com.br

Representante dos petroleiros faz alerta sobre as consequências da venda da Repar

Representante dos petroleiros faz alerta sobre as consequências da venda da Repar

O presidente do Sindicato dos Petroleiros do Paraná e Santa Catarina (Sindipetro PR-SC), Mario Dal Zote, fez um alerta aos deputados estaduais durante o grande expediente da sessão desta segunda-feira, 4, sobre os prejuízos que o Paraná irá ter se o governo Temer levar adiante a proposta de venda da Refinaria Presidente Getúlio Vargas, em Araucária. A Repar responde por 7,7 mil empregos, dos quais 2,7 mil diretos e 5 mil indiretos e garante uma arrecadação média de R$ 3 bilhões ao ano para o Estado.
No total, o Brasil tem treze refinarias. A Repar está entre as quatro refinarias que o governo Temer irá colocar à venda no país. As demais são as refinarias Abreu Lima, em Pernambuco, Landulpho Alves, na Bahia e Refinaria Alberto Pasqualin, no Rio Grande do Sul.
A Repar tem capacidade para produzir 33 mil metros cúbicos de petróleo ao dia e produz 12% dos derivados do petróleo nacional. “Alguém acredita que se a Repar for vendida para uma empresa estrangeira, a refinaria irá continuar funcionando? Ou será que alguém acredita que uma empresa americana, por exemplo, irá comprar uma refinaria no Brasil e passará a refinar aqui quando tem suas plantas internacionais? Não irá acontecer. Se a Repar for vendida, será para ser fechada”, afirmou o deputado Tadeu Veneri.
O presidente do Sindipetro reforçou o risco de fechamento ao afirmar que o monopólio do petróleo foi quebrado em 1997 e desde então nenhuma empresa estrangeira fez qualquer investimento em refinarias. Ele destacou que as refinarias terão venda conjunta com seis terminais aquaviários, seis terminais terrestres e 46 dutos. Zote também informou que aFafen-PR também está sendo vendida para uma empresa russa, num pacote fechado com a Unidade de Fertilizantes-III (Fafen-MS).
Veneri destacou que o Brasil é o quinto maior mercado de derivados de petróleo e o oitavo maior parque de refino do mundo. Ele citou que os governos anteriores investiram R$ 5 bilhões somente nas obras de ampliação da Repar e que, agora, as quatro refinarias estão sendo oferecidas por R$ 10 bilhões.
Em plenário, Veneri chamou a atenção do governo do Paraná e dos dirigentes das federações do comércio, indústria e outros setores sobre as consequências para a economia do Estado se a Petrobras vender a Repar. “Nós precisamos de uma ação efetiva para defender a Repar. O que está em jogo no Paraná é um patrimônio construído ao longo de quarenta anos”, afirmou.
A política de preços dos derivados de petróleo adotada pelo governo Temer levou o Brasil a deixar suas refinarias ociosas e trocando a produção pela importação dos produtos.  A participação dos Estados Unidos na importação brasileira de gasolina passou a ser de 23,44 % em 2015 para 60,16% em 2018. 
Fonte: www.tadeuveneri.com.br

10/13/2017

ONU critica projeto de lei que amplia jurisdição de tribunais militares no Brasil

O escritório para América do Sul do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) e a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) expressam nesta sexta-feira (13) profunda preocupação com a aprovação pelo Congresso de um projeto de lei que altera o Código Penal Militar para que homicídios dolosos de civis cometidos por agentes das Forças Armadas sejam julgados por tribunais militares.
"A justiça militar deve apenas julgar militares acusados de crimes de caráter exclusivamente militar ou infrações de disciplina militar", disse o representante para América do Sul do ACNUDH, Amerigo Incalcaterra.
"Este projeto de lei é incompatível com as obrigações internacionais assumidas pelo Brasil em matéria de direitos humanos", afirmou o presidente da Comissão Interamericana, Francisco Eguiguren.
Operação das Forças Armadas na Rocinha, no Rio de Janeiro. Foto: Agência Brasil/Vladimir Platonow
Operação das Forças Armadas na Rocinha, no Rio. Foto: Agência Brasil/Vladimir Platonow
O Escritório para América do Sul do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) e a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA) expressam nesta sexta-feira (13) profunda preocupação com a recente aprovação pelo Congresso brasileiro de um projeto de lei (PL 44/2016) que altera o Código Penal Militar para que homicídios dolosos de civis cometidos por agentes das Forças Armadas sejam julgados por tribunais militares.
O ACNUDH e a CIDH têm argumentado há muitos anos que a investigação e o julgamento por tribunais militares de denúncias de violações de direitos humanos cometidas por militares, especialmente por supostas violações contra civis, impedem a possibilidade de uma investigação independente e imparcial realizada por autoridades judiciais não vinculadas à hierarquia de comando das próprias forças de segurança.
Os dois órgãos lembram que o Estado brasileiro ratificou vários instrumentos internacionais de direitos humanos que garantem a todas as pessoas julgamento por tribunais competentes, independentes e imparciais, tais como o Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos e a Convenção Americana sobre Direitos Humanos.
"A justiça militar deve apenas julgar militares acusados de crimes de caráter exclusivamente militar ou infrações de disciplina militar", expressou o representante para América do Sul do ACNUDH, Amerigo Incalcaterra.
"A ampliação da jurisdição dos tribunais militares representa um grave obstáculo para um julgamento justo e imparcial, fere o princípio da igualdade perante a lei e relativiza as garantias do devido processo legal e também as normas internacionais de direitos humanos", indicou.
O Sistema Interamericano de Direitos Humanos já enfatizou de forma consistente que a jurisdição militar não é competente para investigar e, sendo o caso, processar e punir os autores de supostas violações de direitos humanos.
Para os países que ainda a mantêm, a jurisdição penal militar deve ter um alcance restritivo e excepcional, relacionada a bens jurídicos específicos de ordem militar, e nunca deve ter um papel na investigação de supostas violações de direitos humanos.
O ACNUDH e a CIDH também cumprimentaram reformas adotadas por vários países da região para restringir significativamente o alcance da jurisdição militar.
As alterações ao Código Penal Militar do Brasil que ampliariam a jurisdição dos tribunais militares representam um franco retrocesso, contrário à Convenção Americana e aos padrões interamericanos e universais de direitos humanos, salientaram as organizações.
"Este projeto de lei é incompatível com as obrigações internacionais assumidas pelo Brasil em matéria de direitos humanos", afirmou o presidente da Comissão Interamericana, Francisco Eguiguren.
"Em particular, contraria os princípios da independência e imparcialidade judiciais e do juiz natural, fundamentais para a garantia de todos os direitos humanos nos âmbitos doméstico e internacional", complementou o Comissário Eguiguren.
Por sua vez, o relator da CIDH para o Brasil, comissário James Cavallaro, ressaltou que "não é razoável o retrocesso de uma conquista tão importante do processo de redemocratização do Brasil na década de 1980″.
"A indesejável atuação das Forças Armadas na segurança pública atualmente existente no Brasil é o principal motivo para não se ter um foro diferenciado. A proteção e a garantia dos direitos individuais no Estado de Direito contra possíveis abusos de poder baseiam-se precisamente na ideia de que todos respondem igualmente perante a lei, sem foros diferenciados."
O ACNUDH também recorda e destaca que o relator especial da ONU contra a tortura recomendou ao Brasil, em 2016, que assegurasse que as denúncias e violações cometidas por agentes militares contra civis sejam processadas por tribunais civis.
O escritório da ONU e a CIDH informaram ainda que se dirigiram ao Estado brasileiro para manifestar preocupações sobre o projeto de lei anteriormente à sua aprovação.
"Em setembro deste ano, o escritório regional do ACNUDH enviou uma comunicação para o Senado Federal do Brasil expressando sua apreensão sobre o referido projeto de lei, à luz das normas internacionais de direitos humanos" disse o comunicado.
A Comissão Interamericana, por sua vez, também solicitou informação ao Estado brasileiro mediante carta enviada em 20 de setembro sobre a natureza do projeto, seu conteúdo e sua conformidade com as obrigações compreendidas na Convenção Americana sobre Direitos Humanos.
De acordo com informação disponível, o projeto de lei aprovado segue para sanção ou veto presidencial nos próximos dias. "Assim, o ACNUDH e a CIDH instam a que se vete integralmente o projeto de lei por ser incompatível com as normas internacionais de direitos humanos ratificadas pelo Brasil".
A CIDH é um órgão principal e autônomo da Organização dos Estados Americanos (OEA), cujo mandato surge a partir da Carta da OEA e da Convenção Americana sobre Direitos Humanos.
A Comissão Interamericana tem como mandato promover a observância e defesa dos direitos humanos na região e atua como órgão consultivo da OEA na temática. A CIDH é composta por sete membros independentes, que são eleitos pela Assembleia Geral da OEA a título pessoal, sem representarem seus países de origem ou de residência.
O Escritório do Alto Comissariado para os Direitos Humanos (ACNUDH) tem o mandato de promover e proteger o desfrute e a realização plena, para todas as pessoas, de todos os direitos contemplados na Carta das Nações Unidas, bem como nas leis e nos tratados internacionais de direitos humanos.
O ACNUDH realiza o seu trabalho à luz do mandato que lhe foi conferido pela Assembleia Geral das Nações Unidas em sua resolução 48/141. Sua sede internacional se encontra em Genebra, na Suíça. Já o Escritório Regional do ACNUDH para América do Sul está localizado em Santiago, no Chile, e cobre os seguintes países: Argentina, Brasil, Chile, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.
* * *
Via ONU Brasil

10/11/2017

Audiência debaterá estratégias para impedir privatização dos bancos públicos

Audiência debate estratégias para impedir privatização dos bancos públicos
Como defender os bancos públicos da privatização planejada pelo governo de Michel Temer será o eixo do debate que será realizado em audiência pública marcada para a próxima terça-feira, 17, na Assembleia Legislativa. Proposta pelo deputado estadual Tadeu Veneri, a audiência é parte da campanha contra a venda das instituições públicas, como o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal.
A data da audiência é histórica. Em 17 de outubro de 2000, o Paraná perdeu o banco Banestado para o Itaú, que arrematou a instituição paranaense em leilão promovido no governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC). Veneri destaca que se trata de uma nova ofensiva contra os bancos públicos. “O FHC também queria vender o Banco do Brasil e a Caixa. Mas foi impedido pela sociedade. Agora, o atual governo resgatou esse projeto, que já está sendo executado através de demissões e fechamento de agências tanto no BB como na CEF”, disse o deputado.
A audiência está sendo promovida em conjunto com a Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito (Fetec) do Paraná. Veneri destacou que as instituições públicas respondem por 56% do crédito oferecido no país, o que significa que são vitais para a indústria, o comércio e a economia do país, além de financiarem todos os programas sociais
O Banco do Brasil e o Banco do Nordeste são responsáveis por cerca de 70% do volume dos créditos concedidos para a agricultura familiar. “Se dependesse dos bancos privados, não haveria agricultura familiar”, observou.
Estão sendo realizados debates e audiências públicas em vários estados como parte da campanha em defesa dos bancos públicos, coordenada pelo Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas.
A Audiência pública será realizada no plenarinho da Assembleia Legislativa, a partir das 18:30.
A audiência pública será realizada no plenarinho da Assembleia Legislativa, a partir das 18:30.

Fonte: www.tadeueveneri.com.br

8/12/2017

Temer faz o maior corte da história do Bolsa Família

Em mais um ataque ao povo brasileiro, o usurpador Michel Temer cortou 543 mil benefícios do programa Bolsa Família.


sta é a maior redução em um único mês do número de beneficiários pagos pelo programa desde seu lançamento, em 2003.
A informação foi divulgada nesta sexta-feira (11) em reportagem do portal “Uol”. O corte inclui suspensões para avaliação e cancelamentos.
O número de bolsas pagas em julho foi de 12.740.640, o menor quantitativo desde julho de 2010, quando foram pagas 12.582.844 bolsas.
Na comparação entre julho de 2014, último ano do primeiro mandato da presidenta eleita Dilma Rousseff, e o mesmo mês de 2017, houve uma redução de 1,5 milhão de bolsas pagas.
Enquanto o governo golpista corta aqueles que já recebem o benefício, mais de meio milhão de famílias continuam na lista de espera para ingressar no programa, sem qualquer previsão de serem contempladas.
A reportagem do “UOL” entrevistou a camareira Rosângela da Silva, 43 anos, que tem três filhos e recebia R$ 124 até junho.
“A verdade é que a gente fica sempre esperando uma notícia assim, pois sabe que estão cortando tudo. Até direitos da gente já cortaram”, diz Rosângela. “Agora cortaram do nada.”
Como o de Rosângela, outros relatos apontam que não houve informação prévia do corte e as pessoas não foram notificadas para recadastro.
Em nota, a presidenta Dilma afirmou que é “estarrecedor” o corte em programas sociais em período de crise, e classificou a decisão de Temer como “muito grave”.
“Quando deixamos o governo, devido ao golpe do impeachment fraudulento, havia 13,9 milhões de famílias recebendo o benefício do Bolsa Família ao custo de R$ 27 bilhões. Hoje, são beneficiados 12,7 milhões de famílias. Uma queda de 1,2 milhão de famílias. E isso ocorre justamente num quadro de recessão e crise econômica profunda, com corte generalizado de gastos públicos. A rede de proteção social do Bolsa Família está sendo furada por esse governo ilegítimo e iníquo”, afirmou.
Dilma disse ainda que o corte mostra que o “Palácio do Planalto fez uma opção clara pelos mais ricos”.
“Essas 543 mil famílias retiradas agora do programa custariam menos de R$ 100 milhões por mês. O governo ilegítimo vai colocar a conta do pato nas costas dos mais pobres”, declarou.
A presidenta eleita enfatizou, ainda, que o argumento de falta de recursos não se justifica, uma vez que houve liberação de “dinheiro a deputados para arquivar uma denúncia“, o que torna “inadmissível reduzir os programas sociais”.
“Justamente o Bolsa Família que protege as famílias brasileiras mais pobres. As ‘bolsas’ concedidas em menos de seis meses pelo governo ilegítimo representam quase metade do Bolsa Família anual”, pontuou.
Bolsa Família
Criado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2003, o programa Bolsa Família já tirou 14 milhões de famílias ou 42 milhões de brasileiros da extrema pobreza.
Em 13 anos, o maior programa de inclusão social que o Brasil já conheceu garantiu a frequência escolar de milhões de crianças e jovens (que correspondem a 55% dos beneficiários); deu poder às mulheres chefes de família, e garantiu cidadania e proteção social à população mais vulnerável de nossa sociedade, entre outras conquistas.
No momento em que o Brasil volta ao Mapa da Fome, Temer tira 543 mil pessoas do Bolsa Família só nesse mês. CRIME!
Fonte: Agência PT de Notícias com informação do UOL

5/18/2017

Petição pede renúncia do Temer e novas eleições diretas


O presidente Temer foi gravado apoiando o suborno de Cunha para encobrir seu negócios sujos e corruptos.

O presidente Temer foi gravado apoiando o suborno de Cunha para encobrir seus negócios sujos e corruptos. Temer vai se agarrar ao poder a menos que todo o país diga que ele não pode ser nosso presidente. Junte-se a campanha por novas eleições e envie para todos!
Assine a petição
Queridos amigos,

A bomba caiu! O presidente Temer foi gravado apoiando o suborno de Cunha para encobrir seus negócios sujos e corruptos!

Temer vai se agarrar ao poder a menos que todo o país diga que ele não pode mais ser nosso presidente.

Mais de 340 mil pessoas já estão pedindo novas eleições e somos o único movimento que pode alcançar 8 milhões de brasileiros nas próximas horas. Junte-se à campanha urgentemente e espalhe para todos -- vamos colocar Temer para fora.

Clique para pedir a saída de Temer e eleições diretas já!

O TSE irá julgar o caso Dilma-Temer daqui a algumas semanas e o Congresso irá discutir se retiram o apoio a Temer e pressionam por seu impeachment -- um pedido já foi protocolado pelo deputado Alessandro Molon!

Com este último escândalo extraordinário podemos pressioná-los a agir rapidamente. Se o TSE condenar a chapa Dilma-Temer ou se o Congresso decidir por seu impeachment, caberá ao STF decidir se o novo presidente será escolhido por nós, com eleições diretas, ou pelo Congresso, com eleições indiretas.

Alguns dizem que isso não irá resolver o problema de nossa elite política corrupta, mas esta é a melhor e mais rápida maneira de tirar Temer do poder e escolher um novo presidente comprometido contra a corrupção e disposto a liderar o Brasil. Vamos ser a força que irá conseguir novas eleições mais rápido do que qualquer outra pessoa. Assine agora e compartilhe com todos:

Clique para pedir a saída de Temer e eleições diretas já!

Nossa comunidade construiu um movimento nacional por um governo limpo e tem ganhado batalha após batalha. Vamos transformar esta terrível notícia em oportunidade e reconquistar nosso direito de escolher quem é o presidente do Brasil.

Um abraço com esperança e determinação,

Carol, Diego, Luis, Laura e toda equipe da Avaaz.

Mais informações:

Temer deu aval para 'comprar' Cunha, diz JBS (Estadão)
http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/dono-da-jbs-diz-que-gravou-temer-dando-aval-para-compra-do-silencio-de-eduardo-cunha-diz-jornal/

Uma nova realidade para o julgamento da chapa Dilma-Temer no TSE (Folha de S. Paulo)
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/jota/2017/05/1885011-uma-nova-realidade-para-o-julgamento-da-chapa-dilma-temer-no-tse.shtml 

CUT/Vox Populi: 78% dos brasileiros desejam a cassação de Temer (Carta Capital)
https://www.cartacapital.com.br/politica/cut-vox-populi-78-dos-brasileiros-desejam-a-cassacao-de-temer


"Diretas Já", o grito que assombra Temer mesmo sem eleições no horizonte (El País)
http://brasil.elpais.com/brasil/2016/09/05/politica/1473111255_638240.html

O presidente Michel Temer está inelegível pela Lei da Ficha Limpa? (BBC Brasil)
http://www.bbc.com/portuguese/brasil-37240587

Via Avaaz


4/22/2017

“Reforma do ensino médio é um desastre”, diz Marilena Chauí na aula inaugural do Mestrado Profissional em Filosofia da UFPR

Filósofa esteve na aula inaugural do Mestrado Profissional em Filosofia da UFPR

(Foto: Samira Chami Neves)
A filósofa e professora aposentada da Universidade de São Paulo (USP) Marilena Chauí classificou a reforma do ensino médio proposta pelo Governo Federal de “um desastre completo, uma regressão e uma barbárie” para o Brasil, na abertura da aula inaugural do Mestrado Profissional em Filosofia da UFPR, ontem, em Curitiba.
“A reforma toma como irrelevante a formação de todas as humanidades. Fica com o mínimo do Português, do Inglês e da Matemática. Joga os jovens em um mercado de  trabalho fragmentado, disperso, precarizado e fragilizado, que imita a Coréia do Sul”, criticou. “É uma incompreensão total do que deve ser uma formação adequada do ensino, da educação e do progresso. Querem matar a cabeça e o coração dos jovens, tornando-os dóceis e conduzindo-os na direção do que os poderosos querem”.
Uma das mais importantes intelectuais brasileiras,  Marilena Chauí entende que a proposta de reforma do ensino médio está vinculada à compreensão neoliberal do Governo de que não há direitos sociais – e sim serviços de compra e venda no mercado, incluindo a Educação.  “Eles defendem a concepção de que cada um é empresário de si mesmo. Defendem a ideologia falsa da meritocracia”, avaliou. “Esta e todas as reformas propostas pelo Governo objetivam a instalação de um modelo neoliberal, com 30 anos de atraso. Mas, na Europa e nos EUA, este modelo já dá sinais de que se esgotou”.
Mestrado Profissional em Filosofia
Coordenado pelo professor Edmilson Paschoal, o Mestrado Profissional em Filosofia ofertará 9 vagas pela UFPR e 184 por meio de uma rede formada por 17 instituições de ensino superior, em 14 Estados brasileiros. Seu público-alvo são professores de Filosofia do ensino médio, com duas linhas de pesquisa: “Filosofia e Ensino” e “Prática de Ensino de Filosofia”. O curso recebe o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia (Anpof) e Universidade Aberta do Brasil.
O presidente da Anpof, Adriano Correia, elogiou a criação e implantação do Mestrado Profissional. “É uma iniciativa louvável na defesa da Filosofia no ensino médio”, comentou”, ao lado do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UFPR, Francisco de Assis Mendonça, e do professor de filosofia da UFPR Vinicius de Figueiredo, que também participou da elaboração do mestrado.
O pró-reitor disse que o curso representa um ato de resistência às mudanças propostas para o ensino médio, “em um momento de empobrecimento da criticidade”, e enalteceu a presença de Marilena Chauí. “É uma das mais importantes personalidades da intelectualidade brasileira e uma das mais representativas na luta pela liberdade, justiça social e emancipação das mulheres. A vinda dela coroa a abertura deste mestrado. É uma honra recebê-la. Sua presença garante a qualidade do debate no momento de crise que vivemos”, afirmou Mendonça.
O pró-reitor de Graduação da UFPR, Eduardo Barra, destacou a importância da presença de Marilena Chauí na abertura do curso. “A Marilena Chauí é a realização de um projeto ideal de professor, que transita entre o mundos da academia, dos estudos avançados e o da escola. Se o nosso mestrado for bem sucedido, vai gerar profissionais com este perfil, que trazem a academia para o espectro de questões do cotidiano”, afirmou.
Fonte: Superintendência de Comunicação Social – UFPR

Votação da Reforma da Previdência foi adiada para maio

Sob pressão, governo recua e estuda mudanças no texto

Foto: Agência Câmara
Foto: Agência Câmara
Após pressão dos movimentos sindical e sociais nos aeroportos e da oposição no Congresso, o governo recuou da votação do relatório final da Reforma da Previdência na Comissão Especial da Previdência, na Câmara dos Deputados.
Carlos Marun (PMDB-MS) anunciou que a votação será no dia 2 de maio. Na semana que vem, o relatório será lido e debatido entre os dias 25 e 27 de abril. O governo previa que o texto seria votado com maior antecedência, mas foi obrigado a ceder.
O sinal de alerta do governo acendeu ontem, quando perdeu uma importante votação na Casa, que definiria o pedido de urgência na tramitação da Reforma Trabalhista, também bancada pelo presidente ilegítimo Michel Temer. Além disso, pesquisas organizadas por jornais indicam que a base governamental está ruindo.
“Após muita espera, finalmente conhecemos hoje o parecer da base governista sobre a reforma da Previdência. O Governo recuou em alguns pontos, mas nem de longe representa avanço na proposta. Esse recuo só mostra a farsa do argumento técnico e econômico. Não existe rombo. A pressão das ruas tem chegado até o Governo, que começa a ficar acuado. Não vamos parar. Dia 28, vamos dar o nosso recado: nenhum direito a menos”, afirmou a deputada Luizianne Lins (PT-CE).
Arthur Maia (PPS-BA), relator da Reforma da Previdência, já anunciou que fará mudanças no texto. O parlamentar pretende reduzir a idade de aposentadoria de policiais para 55 anos e mulheres para 62 anos.

Fonte: CUT

3/16/2017

Propaganda de Temer sobre reforma da previdência é suspensa pela Justiça



A juíza Marciane Bonzanini, da 1ª Vara da Justiça Federal de Porto Alegre (RS), determinou nesta quarta-feira (15), que o governo golpista de Michel Temer retire imediatamente do ar as propagandas sobre a reforma da Previdência veiculadas em qualquer tipo de mídia. A sentença explicita que a propaganda atende a interesses políticos particulares e não se justifica a utilização de recursos públicos para tal fim.

A decisão é resultante de ação movida por diversos sindicatos de trabalhadores e estabelece multa diária de R$ 100 mil caso haja descumprimento da mesma. Marciane Bonzanini entendeu que o governo não poderia ter utilizado recursos públicos para financiar as peças, que fazem uma espécie de terrorismo com a população, caso a reforma não venha a ser aprovada no Congresso.

"A campanha publicitária desenvolvida, utilizando recursos públicos, faz com que o próprio princípio democrático reste abalado, pois traz consigo a mensagem à população de que a proposta de reforma da previdência não pode ser rejeitada e de que nenhuma modificação ou aperfeiçoamento possa ser feito no âmbito do Poder Legislativo, cabendo apenas o chancelamento das medidas apresentadas", diz a juíza.

Além disso, a magistrada afirma que as peças configuram “publicidade de programa de reformas que o Partido político que ocupa o poder no governo federal pretende ver concretizadas”. A juíza ressalta que “há a intenção do Partido que detém o poder no Executivo federal de reformar o sistema previdenciário e que, para angariar apoio às medidas propostas, desenvolve campanha publicitária financiada por recursos públicos”.

Na sentença, a Bonzanini lembra que o debate político dessas ideias deve ser feito no Poder Legislativo, cabendo às partes sustentarem suas posições e construírem as soluções adequadas do ponto de vista constitucional e democrático. "O que parece destoar das regras democráticas é que uma das partes envolvidas no debate político busque reforçar suas posições e enfraquecer argumentos diferentes mediante campanha publicitária utilizando recursos públicos", criticou.

A juíza determinou ainda que o governo veicule, no mesmo espaço uma contrapropaganda: “A campanha do Governo Federal sobre a Reforma da Previdência violou o caráter educativo, informativo e de orientação social, que, nos termos do artigo 37, §1º, da Constituição da República, deve pautar a publicidade oficial dos órgãos públicos, uma vez que difundiu mensagens com dados que não representam de forma fidedigna a real situação financeira do sistema de Seguridade Social brasileiro e que podem induzir à formação de juízos equivocados sobre a eventual necessidade de alterações nas normas constitucionais previdenciárias”.

Repercussão – Na Câmara, vários parlamentares contrários à proposta de reforma da previdência elogiaram a decisão da juíza, como o deputado Luiz Sérgio (PT-RJ). “Não somos apenas nós, parlamentares, que estamos dizendo que a propaganda do governo é mentirosa. Agora é a Justiça que está dizendo isso”, disse o parlamentar fluminense durante reunião da comissão especial que trata do assunto.

Já a deputada Benedita da Silva (PT-RJ), na tribuna, mencionou a decisão como “a primeira vitória das manifestações que paralisam o País contra a reforma da Previdência”.


Confira a decisão da juíza na íntegra:


Rogério Tomaz Jr. com informações do Brasil 247