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1/05/2019
As pedras de Cambira - saiba mais!
Foto: Mineropar
Saiba mais sobre esse importante geossítio do Paraná através desse material produzido pela Mineropar (fundida com o ITCG) no governo de Beto Richa). Abaixo acesse o material completo em formato pdf.
Visite também: Icnofósseis de São Luiz do Purunã
12/30/2017
Icnofósseis de São Luiz do Purunã - patrimônio cultural do Paraná
Saindo de Curitiba, há mais ou menos 500 metros antes de chegar na Praça de Pedágio de São Luiz do Purunã (Operada pela Rodonorte) no município de Balsa Nova-PR, mais precisamente na margem direita, há um sítio paleontológico, onde é possível ver icnofósseis (vestígios de atividades biológicas) de seres que habitaram o local há aproximadamente 410 a 415 milhões de anos, no início do Período Devoniano, em um ambiente marinho relativamente raso.
O local já foi ameaçado, sendo que parte da rocha que sustenta os icnofósseis (arenitos da Formação Furnas) foi destruída por máquinas que faziam a manutenção da rodovia BR 277 (que fica ao lado). Atualmente no local existe um painel com detalhes do referido sítio e informações sobre a formação de tão importantes registros. Devido a importância do local, houve o tombamento como "Patrimônio Cultural do Paraná", o que assegura a sua proteção, evitando a degradação.
Inscrição Tombo 26-I
Processo Número 07/2011
Data da inscrição 13 de junho de 2012
Fonte desta Imagem: CEPHA
Detalhe do painel fixado no local
Icnofósseis
Icnofósseis
Icnofósseis
Icnofósseis
Icnofósseis
11/02/2017
Paraná tem Cratera de Meteoro
Pouca gente sabe, mas o Estado do Paraná possui uma cratera de aproximadamente 9 Km de diâmetro causada pela colisão de um meteoro. A cratera é habitada, com dezenas de casas, posto de combustível, estabelecimentos comerciais, lavouras, cemitério, estradas e até uma rodovia estadual (que corta o geossítio).
Localizada no Município de Coronel Vivida, no Sudoeste do Paraná, a cratera está a pouco mais de 10 km do centro urbano do pequeno município, mais precisamente na comunidade Vista Alegre. O local é estudado por diversos pesquisadores de instituições brasileiras e até então, é a única cratera deste tipo no Estado do Paraná e uma das poucas do Brasil. Houve a instalação de painéis pela Mineropar (empresa extinta no mandado do governado Beto Richa), atualmente incorporada ao ITCG; os quais apresentam uma breve explicação sobre a formação da cratera. Há também um singelo mirante providenciado pela Prefeitura do município e algumas placas de informação turística nos acessos à cratera pelas rodovias. Abaixo estão algumas fotos do referido mirante, vídeo explicativo e documento em anexo com dados técnicos sobre este importante sítio geológico brasileiro.
Cratera Vista Alegre - informações técnicas.pdf
Pedreira onde evidencia-se o impacto do corpo celeste através das brechas (rochas formadas específicas deste tipo evento)
11/01/2017
Contra o de$monte da área ambiental
Brasília (DF) – Representantes de entidades civis e da Frente Parlamentar Ambientalista do Congresso Nacional uniram forças nesta terça-feira (31/10) contra ameaças à legislação socioambiental brasileira.
A mobilização jogou luz em projetos tramitando na Câmara e no Senado e que podem prejudicar a proteção da natureza, enfraquecer o licenciamento ambiental, dificultar a criação de parques nacionais e outras Unidades de Conservação e, ainda, ampliar a contribuição nacional à crise climática com maiores taxas de desmatamento.
"Se forem aprovadas, essas propostas comprometerão o que resta de nossos biomas e o andamento de agendas positivas no Congresso. Também prejudicarão um desenvolvimento econômico mais sintonizado com a conservação da natureza e que seja gerador de benefícios às populações que vivem próximas a áreas protegidas", ressaltou Marcia Hirota, diretora executiva da Fundação SOS Mata Atlântica.
Novos cortes no orçamento da pasta ambiental federal estiveram entre os principais alvos da ação, realizada no Salão Verde da Câmara dos Deputados. Afinal, a proposta orçamentária para 2018 tramita no Congresso e pode reduzir pela metade os recursos destinados ao Sistema Nacional de Unidades de Conservação e ao combate ao desmatamento, em todo o país.
A análise foi feita pela Associação Contas Abertas e pela organização não governamental WWF-Brasil. Conforme o balanço, o orçamento previsto para o Ministério do Meio Ambiente é de R$ 3,278 bilhões, ou cerca de meio bilhão a menos do que o destinado em 2017 e 29% menor do que a média da última década. O estudo foi entregue à Presidência da Câmara.

Deputado Molon e organizações entregam estudo do WWF-Brasil ao deputado Fábio Ramalho, presidente da Câmara em exercício
Para o deputado Alessandro Molon (Rede-RJ), a possibilidade de cortes orçamentários bate de frente com os compromissos que o país assumiu para combater a crise global do clima e que serão reforçados pelo Brasil em reunião das Nações Unidas que acontece na Alemanha, no início de novembro.
"Governo e parlamento precisam ser coerentes com os compromissos internacionais assumidos", destacou Molon, que também é coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista do Congresso Nacional.
De acordo com informações do Sistema de Estimativa de Emissões (SEEG) do Observatório do Clima, as emissões nacionais de gases que ampliam o efeito estufa e aquecem o planeta cresceram 9% em 2016. O Observatório é formado por um time de organizações civis debruçado sobre o tema das mudanças climáticas, incluindo a SOS Mata Atlântica.
A falta de recursos financeiros e humanos e de infraestrutura dos órgãos ambientais também ganhou espaço na reunião, pois prejudicam o cumprimento da legislação e de agendas nacionais e internacionais ligadas à conservação da natureza.
Segundo a Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Especialista em Meio Ambiente, vem caindo vertiginosamente o número de servidores e de brigadistas dedicados à fiscalização, licenciamento e combate a incêndios no Ibama e no Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
"O ano de 2017 foi o terceiro maior da história em relação a incêndios em Unidades de Conservação", destacou Nicélio Acácio da Silva, presidente da entidade que, no mesmo dia do ato, distribuiu uma carta nacional em defesa do meio ambiente brasileiro.
Também participaram da mobilização organizações como WWF-Brasil, Instituto Socioambiental, Fórum Parlamentar Ambientalista do Distrito Federal e Rede Sustentabilidade.
Via SOS Mata Atlântica
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