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1/05/2020

Comissão de Direitos Humanos da Alep manifesta apoio a jornalista Aluizio Palmar

Veneri manifesta apoio a jornalista Aluizio Palmar
Chega ao conhecimento desta Comissão dos Direitos Humanos e da Cidadania da Assembleia Legislativa do Paraná que o Tenente Mário Espedito Ostrovski, citado no relatório final da Comissão Nacional da Verdade pela “participação em casos de detenção ilegal e tortura” (Vol. I, p. 914), processou o jornalista Aluízio Palmar por supostos danos morais decorrentes de notícia de crimes de lesa humanidade.
Em 2012, o jornalista e ex-preso político denunciou à Comissão da Verdade crimes de tortura praticados por Mário Espedito Ostrovski em1969 no 1 º Batalhão de Fronteiras de Foz do Iguaçu. No relatório final da Comissão Nacional da Verdade, as denúncias contra Ostrovski são reafirmadas por diversas vítimas.
Denúncias contra o Tenente também foram relatadas pelo projeto “Brasil nunca mais”, publicado em livro no ano de 1985. A memória, a verdade, a justiça e a reparação são direitos da Justiça de Transição, os quais visam o reconhecimento às vítimas e a toda a sociedade de violações de direitos humanos praticadas pelo Estado e setores institucionais e/ou civis.Trata-se de garantia de esclarecimento e conhecimento sobre práticas abusivas e criminosas que ferem a dignidade humana, as quais expressam um passado ao qual não se quer regressar.
Diante disso, necessário reafirmar que a publicidade sobre práticas de tortura e de todos os crimes deles a humanidade não consiste em ilícito, mas sim em evidente garantia de direitos humanos, conforme determinado pela Constituição da República e pelos tratados internacionais de direitos humanos.
Por estas razões, repudiamos atos que visem silenciar as denúncias de violações de direitos humanos e expressamos total solidariedade e apoio a Aluízio Palmar, crédulos de que o Poder Judiciário fará valer os direitos de transição.
Curitiba, 18 de dezembro de 2019.
Deputado Tadeu Veneri
Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa

9/27/2018

Opositor à Ditadura Militar desabafa sobre Bolsonaro


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Foto: DH Paz

(por Aluízio Palmar)

Não se trata de política.
É algo mais sério. É questão de caráter.
No ano de 2011, eu fui convidado para falar numa reunião da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal.
Durante minha fala, eu contei que um dos envolvidos em torturas na cidade de Foz do Iguaçu, o então tenente Espedito Ostroviski, disse, por ocasião de minha prisão, que a minha mulher não teria a filha que estava esperando. Que eles “dariam um jeito” assim que ela fosse presa.
No momento em que eu contava esse fato ocorrido em 1969, o deputado Jair Bolsonaro, apontando o dedo pra mim, disse aos gritos que eu não poderia ter sobrevivido à tortura. Que deveriam ter me matado. E acrescentou, “só matando para que os comunistas não tenham filhos, pois a ideologia passa pelo sangue”.
Então, se dependesse desse monstro, eu não teria minhas filhas, nem meu filho, netos e netas.
Portanto, não quero estar no mesmo espaço que as pessoas que apoiam esse psicopata. Não quero que os apoiadores de Bolsonaro entrem em minha casa, nem que telefonem. 
Clique aqui para assistir o depoimento de Aluizio Palmar
Oxalá, que nem passem pela minha rua. 
É uma questão de caráter. Não compactuo com pessoas que apoiam alguém que desejou minha morte e que minhas filhas, filho, netas e netos não viessem à vida.

10/11/2017

DITADURA MILITAR - Depoimento de Vitório Sorotiuk


Via Canal DH Paz/YouTube

DITADURA MILITAR NO PARANÁ - depoimento de Rosilei Villas Boas (Rosi)


Via Canal do YouTube DH Paz

Ditadura Militar no Paraná - depoimento de FRANCISCO LUIZ DE FRANÇA


Fonte: Canal DH Paz YouTube

DITADURA MILITAR NO PARANÁ - depoimento de Claudio Fajardo


Fonte: Canal DH Paz

Assista aqui o Documentário "Os últimos campos gerais"

Ditadura Militar no Paraná - depoimento de Nelton Friedrich


Fonte: Canal DH Paz/Youtube

7/30/2017

Numismática: Conheça a moeda comemorativa de 1 Cruzeiro de 1972



A moeda comemorativa de 1 cruzeiro foi lançada em 1972, em plena ditadura militar, em comemoração ao sesquicentenário da independência do Brasil (600 anos). Em seu anverso traz a efígie de D. Pedro I e do presidente da época, Médici e abaixo a inscrição: 1822-1972. No reverso, há o valor de face é de 1 cruzeiro e o mapa do Brasil estilizado, enquanto que na borda há a inscrição: “SESQUICENTENÁRIO DA INDEPENDÊNCIA”.


4/09/2017

DITADURA MILITAR NO PARANÁ - Depoimento de Claudio Fajardo (in memorian)

DITADURA MILITAR NO PARANÁ: Depoimento de Euclides Scalco

DITADURA MILITAR NO PARANÁ: Depoimento de Reginaldo Benedito Dias

DITADURA MILITAR NO PARANÁ - Depoimento de de Aluizio Palmar

DITADURA MILITAR NO PARANÁ: Depoimento de Zélia Passos

DITADURA MILITAR NO PARANÁ: Depoimento de Luiz Édson Fachin

DITADURA MILITAR NO PARANÁ: Depoimento de Cícero Cattani