4/26/2020
BPFRON apreende quase 2 toneladas de maconha em Cascavel
3/20/2020
Ação preventiva do BPFron em Guaíra (PR) evita que mais de 32 quilos de maconha cheguem à Capital do estado
Maconha é apreendida em duas abordagens em Toledo e Guaíra, no Oeste do estado
PM lança edital de concurso público de seleção de 2,4 mil soldados para Polícia Militar e Corpo de Bombeiros
1/05/2020
ESPORTE: Estão abertas as inscrições para o 1º Pedal Integração de Pato Branco (PR)
Calendário de Caminhadas Internacionais da Natureza - acesse aqui.
Policiais militares prendem duas mulheres após tentarem furtar mais de R$ 900 em carne de hipermercado em Curitiba
12/28/2019
BPFron apreende mais de três toneladas de maconha durante a Operação Hórus em Foz do Iguaçu (PR)

8/25/2019
BPFron apreende frascos de palmito e animal silvestre abatido no Oeste do estado

8/02/2019
Polícia apreende 90 quilos de maconha em Santa Terezinha de Itaipu
1/05/2019
BPFron apreende 280 maconha, skunk e recupera veículo em cidade do Paraná
Os policiais estavam em patrulhamento pela BR 163, quando visualizaram um veículo em atitude suspeita em que o motorista, ao perceber que seria abordado, tentou fugir. Neste momento, os militares solicitaram o apoio do 19º Batalhão de Polícia Militar (19º BPM), pertencente ao 5º Comando Regional de Polícia Militar (5º CRPM). Logo em seguida, o motorista e o passageiro abandonaram o carro e não foram localizados.
Dentro do veículo forma localizados 270 quilos de maconha e 8,5 quilos de skunk (variedade de maconha com substâncias mais fortes), além de estar com alerta de roubo do dia 18 de dezembro do ano passado. Segundo informações do batalhão, o automóvel teria sido roubado por dois indivíduos armados na frente da casa da vítima na cidade de Toledo, no Oeste do estado.
Diante dos fatos, a droga e o veículo foram encaminhados para os procedimentos necessários da polícia judiciária.
5/12/2018
As negociatas de Beto Richa vêm à tona
Acesse também: Romaria da Terra do Paraná já tem local definido
5/02/2018
ARTIGO: Atuando para deter o cibercrime
Em artigo de opinião, o chefe do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), Yury Fedotov, lembra que o custo global dos cibercrimes já chega a 600 bilhões de dólares. Dirigente defende fortalecimento da cooperação entre os países e entre os setores público e privado, para promover capacitação dos atores envolvidos no combate a essas violações.

Criminosos usam internet para comércio ilícito de drogas e armas de fogo, exploração de menores e outras práticas ilegais. Foto: Wikimedia Commons/Colin
Por Yury Fedotov, diretor-executivo do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC)
Ciber. É o prefixo inevitável que atualmente define nosso mundo. Desde a privacidade das pessoas até as relações entre Estados, o termo "ciber" domina as manchetes e as discussões – tanto é assim que nos arriscamos a sermos paralisados pela magnitude dos problemas que enfrentamos.
Apesar das muitas perguntas pendentes sobre o futuro da cibersegurança e da governança, devemos tomar em conta que a cooperação internacional é o elemento essencial para fazer frente às ameaças cada vez maiores do cibercrime.
A exploração on-line e o abuso de meninas e meninos; os mercados negros cibernéticos para a compra e venda de drogas ilícitas e armas de fogo; os ataques ransomware e os traficantes de pessoas fazendo uso das redes sociais para atrair vítimas. O alcance sem precedentes do cibercrime – cruzando fronteiras, em nossos lares, escolas, negócios, hospitais e outros provedores de serviços vitais – somente amplifica as ameaças.
Um estudo recente estimou o custo global dos cibercrimes em 600 bilhões de dólares. O dano infligido ao desenvolvimento sustentável, à segurança, à igualdade de gênero e à proteção – as mulheres e meninas são prejudicadas desproporcionalmente pelo abuso sexual on-line – é imenso.
Manter as pessoas on-line mais seguras é uma tarefa enorme e nenhuma entidade ou governo tem a solução perfeita. Não obstante, há muito que podemos fazer para intensificar a prevenção e melhorar a reposta aos cibercrimes, por exemplo:
• Construir capacidades, principalmente de aplicação da lei para cobrir possíveis brechas jurídicas, particularmente em países em desenvolvimento;
• E fortalecer a cooperação internacional e o diálogo – entre governos e Nações Unidas, assim como com outras organizações internacionais e regionais, a INTERPOL, as empresas e a sociedade civil.
Os crimes relacionados ao crime cibernético, como a propagação de malware, ransomware e hacki
A polícia, os fiscais e os juízes necessitam compreender esses crimes e devem contar com as ferramentas adequadas, que lhes permitam investigá-los e perseguir os criminosos, assim como proteger as vítimas. Devem ser capazes também de processar e judicializar os casos.
No Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), estamos trabalhando em mais de 50 países, por meio da prestação da capacitação necessária para aprimorar as habilidades de investigação, o rastreamento de criptomoedas como parte das investigações financeiras, assim como o uso de software para detectar o abuso on-line e perseguir os agressores.
Como resultado direto do fortalecimento de capacidades nos países, um pedófilo de alto risco com mais de 80 vítimas foi preso, julgado e condenado. Ministramos sessões de capacitação em colaboração com o Centro Internacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas (ICMEC) e o Facebook. Esse é só um exemplo de como o fortalecimento de capacidades, em coordenação com as organizações da sociedade civil e o setor privado, pode garantir que os criminosos estejam atrás das grades e que as crianças em situação de vulnerabilidade fiquem protegidas.
Em trabalho realizado com a Fundação de Vigilância da Internet (IWF), foram lançados portais para denunciar casos de abuso sexual infantil – mais recentemente em Belize – para que os cidadãos possam tomar iniciativa e reportar imagens de abuso, protegendo as meninas e os meninos da exploração on-line.
Com parceiros como Thorn e Pantallas Amigas, estamos fortalecendo a proteção on-line e educando pais, responsáveis e crianças sobre os riscos cibernéticos, por meio da aproximação com as escolas e as comunidades locais. A prevenção é a chave da questão.
A capacitação do UNODC – focada principalmente na América Central, no Oriente Médio, no Norte e no Leste da África e no Sudeste Asiático – está ajudando também a identificar evidência digital sobre o tráfico ilícito de drogas, a confrontar o uso da darknet com fins criminosos e de terrorismo e a melhorar a coleta de dados para abordar melhor as ameaças.
Uma base fundamental para todos nossos esforços é a cooperação internacional. Nosso trabalho – que é inteiramente financiado pelos governos doadores – tem demonstrado que, apesar das diferenças políticas, os países podem se unir para se opor às ameaças dos cibercrimes.
Do mesmo modo, estamos reforçando a cooperação internacional por meio do Grupo Intergovernamental de Especialistas, que se reúne na sede do UNODC, em Viena.
O Grupo de Especialistas, criado por meio de resolução da Assembleia Geral, reúne diplomatas, responsáveis de políticas e especialistas do mundo todo para discutir os desafios mais urgentes do cibercrime. Essas reuniões demonstram o desejo e a vontade dos governos para buscar uma cooperação pragmática, com vistas a melhorar os mecanismos de prevenção e fomentar a confiança.
Como passo seguinte, necessitamos aumentar tais esforços, proporcionando mais recursos para apoiar os países em desenvolvimento que, frequentemente, possuem usuários de Internet mais recentes e defesas mais fracas contra o cibercrime.
As empresas tecnológicas são um aliado indispensável na luta contra o cibercrime. Precisamos fortalecer a relação do setor público com o setor privado de forma a abordar preocupações comuns, melhorando também a educação e detendo a disponibilidade de material de abuso online.
Neutralizar o cibercrime pode salvar muitas vidas, aumentar a prosperidade e construir a paz. Ao reforçar as capacidades de aplicação da lei e criar alianças com empresas de modo que possam ser parte da solução, podemos avançar para assegurar que a Internet seja uma força para o bem.
4/21/2018
Veneri condena violência da polícia contra manifestantes
2/23/2018
NOVA FUGA DA DELEGACIA DE POLÍCIA DE REBOUÇAS - Saiba quem fugiu

Hoje novamente foi detectada uma nova fuga de presos da DP de Rebouças.
Evadiram-se 4 elementos que estão sendo procurados pelas polícias, são eles:
- JACKSON CIRO PADILHA GUIMARÃES;
- JANDIR FORTES DE SOUZA;
- LUIZ LAURINDO FERREIRA JÚNIOR e;
- NATANAEL ELIZEU DE FREITAS.
*Com informações do Jornal O Combate
1/23/2018
Nota do PT Nacional em solidariedade aos companheiros do Paraná
12/30/2017
Atuação do BPAmb-FV durante o Verão Paraná 2017/2018 resulta em mais de 100 caranguejos soltos e um barco apreendido em Guaraqueçaba (PR)
Os policiais militares patrulhavam pelos rios próximos a Ilha do Almeida e encontraram em três mangues diferentes 130 lacinhos em uma sacola plástica e mais 500 preparados para capturar caranguejos. No momento da abordagem foram resgatados 102 crustáceos e apreendido um barco. Buscas foram feitas na região, mas nenhum suspeito foi localizado.
De acordo com as informações do BPAmb-FV, alguns dos caranguejos apreendidos tinham a carapaça com tamanho inferior a 7 centímetros e fêmeas, características dos animais que não podem ser capturados para consumo. Os policiais militares soltaram os que não apresentavam complicações e o restante foi levado ao Posto Ambiental de Guaraqueçaba para serem libertos das armadilhas e reinseridos na natureza.
Embarque e desembarque de pessoas para a Ilha do Mel é fiscalizado para coibir tráfico de drogas e materiais ilícitos durante a temporada de verão
Fonte: Polícia Militar do Paraná
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