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4/26/2020

IAT de Pato Branco, em parceria com Bombeiros, fazem buscas para localizar Lobo-guará em Chopinzinho


Visando a segurança do animal, os técnicos foram até à cidade para localizar e resgatar o Logo-guará, mas ele não foi localizado. Caso o animal seja avistado novamente, a população pode ajudar informando o IAT pelo telefone: (46) 3225-3837 ou os Bombeiros: (46) 3242-1522.


O escritório regional do Instituto Água e Terra (IAT), em Pato Branco, foi informado nessa terça-feira (21) sobre o aparecimento de um Lobo-guará nas ruas de Chopinzinho, região sudoeste do Paraná. Ele foi registrado próximo da praça da Igreja Matriz São Francisco de Assis, no Centro da cidade.
Há relatos que pessoas querem ferir ou matar o animal. “O animal não fará mal a ninguém. Ele se aproxima de residências em busca de alimento”, explica a chefe regional, Flávia Natália Ostapiv.
Visando a segurança do animal, técnicos do IAT, em parceria com os Bombeiros de Chopinzinho, foram à cidade para localizar e resgatar o Lobo-guará. “Não tivemos sucesso em nossa busca. Não encontramos o animal nos locais indicados, onde foi visto, e nem na mata próxima”, relata a chefe.
Caso o animal seja avistado novamente, a população pode ajudar informando o IAT pelo telefone: (46) 3225-3837 ou os Bombeiros: (46) 3242-1522.
É importante que não se aproxime do animal para ele não se sentir acuado, somente que avise os órgãos competentes.
Caso ele volte a aparecer na cidade, o resgate será feito. O animal poderá ser atendido em Clínica Veterinária parceira, em Pato Branco, para avaliar sua saúde e em seguida ser encaminhado a uma área de proteção ambiental, longe da cidade.
CRIME AMBIENTAL - A prática é considerada crime ambiental, de acordo com a Lei nº 9.605/1998. Matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida, é crime ambiental. A pena é detenção de seis meses a um ano e multa.
LOBO-GUARÁ - Apesar de seu nome popular apresentar um certo “temor” aos leigos, é um animal de hábitos solitários, tímido, onívoro que possui a dieta baseada em pequenos vertebrados, frutos e sementes, sendo extremamente importante na dispersão de sementes.
O órgão ressalta que as pessoas não precisam ter medo do animal, que entendam a importância dele para o ecossistema e que ajudem a preservar a espécie.
Fonte: IAT

Expedição é criada para localizar harpia rara no Paraná


Rara no Estado, a imagem da maior ave de rapina do País registrada no espaço paranaense despertou a esperança de que ainda haja outros indivíduos nessa região e, talvez, no Parque Nacional do Iguaçu.

Um gavião-real, cuja imagem faz parte do brasão da bandeira do Estado do Paraná, foi visto na semana passada no município de Coronel Domingo Soares. As imagens surpreenderam toda a comunidade paranaense de ornitólogos e técnicos de conservação do Instituto Água e Terra (IAT). Será montado um plano de ação emergencial de averiguação e monitoramento da área do registro, para estabelecer um plano territorial de conservação da espécie no Estado. A equipe sairá em uma primeira expedição neste fim de semana.
A harpia ou gavião-real é a maior ave de rapina do Brasil e considerada criticamente em perigo no Paraná pela lista de extinção estadual de 2018.
A presença no Estado despertou a esperança de que ainda haja outros indivíduos nessa região e talvez no Parque Nacional do Iguaçu. Há anos não se tem nenhum registro da espécie em vida livre no Paraná.
A bióloga Paula Vidolin, doutora em Conservação da Natureza e chefe do setor de Fauna do IAT, diz que o objetivo principal da expedição é, além de tentar novos registros da harpia, conversar com a comunidade local para orientar sobre a importância do achado, a preservação da espécie e como todos podem contribuir para otimizar as ações dos órgãos ambientais.
“A presença dessa ave no sul do país é cada vez mais rara, devido à transformação da paisagem e, principalmente, pelo abate praticado por caçadores, colecionadores e por pessoas que temem os ataques a animais domésticos”, explicou a bióloga. Ela ressalta que se trata de um registro extraordinário e que tem ainda um valor moral pelo fato de compor o principal símbolo paranaense. Vidolin disse que a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo está unida com a comunidade científica e que conta, ainda, com o apoio da Força Verde para ações de monitoramento local.
Pedro Scherer Neto, ornitólogo paranaense e um dos envolvidos na ação, chama a atenção para o fato de essa espécie ser uma águia poderosa do topo da cadeia alimentar. “Estamos trabalhando com dois vértices”, diz. “O positivo é para que muitas pessoas se interessem e se dediquem a procurar a ave. De ordem negativa temos o risco do interesse pela caça, podendo ocasionar a extinção completa no Paraná. A sensibilização para a preservação é importante nesse momento e que pode ser estendida para outras espécies”.
RARIDADE – Conhecida como gavião-real ou uiraçu (Harpia harpyja), é a maior ave de rapina que ocorre no Brasil. Habita as florestas de todo o Brasil onde constrói seu ninho em grandes árvores emergentes. Nesta espécie a fêmea é bem maior que o macho. A harpia está no brasão do Estado do Paraná e é um símbolo muito importante pelo poder e força que representa.
A presença da ave ocorria, principalmente, na região oeste paranaense de onde provem as maiores provas de sua existência nas grandes florestas. Peles dessas aves estão expostas no Museu de História Natural “Capão da Imbuia” e há inúmeros relatos pessoais de proprietários de fazendas onde a atividade econômica era a exploração madeireira.
No Paraná foi inserida na lista de aves em extinção em 2018 sob a categoria criticamente em perigo. Em contrapartida, o Criadouro de Itaipu Binacional, em Foz de Iguaçu, é o centro de reprodução de animais silvestres que mais cria harpia no mundo.
CONTATO – Cientistas e técnicos do IAT chamam a atenção de observadores de aves, proprietários de áreas na zona rural e interessados em conservação que apoiem as ações registrando as observações.
Qualquer pessoa que aviste a harpia deve entrar em contato com o órgão ambiental através do Projeto Detetives da Natureza, de preferência, com registro de imagens.
O Projeto visa estimular o registro fotográfico das espécies da fauna e flora nativa Paraná por meio da Plataforma iNatyuralista.
O app é gratuito e após baixar basta acessar com uma conta do Google, facebook ou outras redes sociais.
Nos próximos dias uma ferramenta de registro voluntário estará disponível no site do próprio IAT a fim de facilitar o acesso e a coleta de informações sobre a harpia. O canal será disponibilizado para o público. Em caso de dificuldade de acesso também pode ser utilizado o e-mail iapfauna@iat.pr.gov.br.
EXPEDIÇÃO – Participam da expedição os técnicos do Escritório Regional do IAT de Pato Branco, Pedro Scherer Neto (ornitólogo), Rômulo Cícero Silva (ornitólogo) e Glauco Oliveira (ornitólogo/naturalista/fotógrafo).
Fonte: IAT

paraná: Parques do Estado continuam fechados para visitação

Instituto Água e Terra pede a colaboração de todos que ainda insistem em visitar parques de montanha, como o Marumbi, Pico Paraná e Serra da Baitaca.

A Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo reforça que os parques estaduais continuam fechados para visitação pública. O Instituto Água e Terra (IAT), vinculado à Secretaria, orienta a população para que não visite as Unidades de Conservação nesse período de prevenção do novo coronavírus.
Mesmo com faixa e sinalização sobre o fechamento, parques que normalmente não possuem controle de visitação, como o Marumbi, Pico Paraná e Serra da Baitaca, ainda continuam sendo visitados.
O diretor de Patrimônio Natural do IAT, Rafael Andreguetto, observa que esta é uma  temporada de tempo seco e limpo, o que faz aumentar o desejo de subir montanhas. “Como os parques não possuem portão para controle de visitação, precisamos trabalhar a conscientização das pessoas, para que obedeçam as faixas de bloqueio”, afirma Andreguetto.
SEM RISCO - O fechamento das unidades foi anunciado a partir do dia 18 de março. A orientação vale para todos os parques do Estado e locais abertos. “Esse não é o melhor momento para sair de casa. Todos devem fazer sua parte e não se colocar em risco e nem colocar outras pessoas em risco”, diz o diretor do IAT.
ILHA DO MEL  - Outra resistência é encontrada na Ilha do Mel. Vale ressaltar que as embarcações estão suspensas para visitantes, sendo permitida somente o trânsito de moradores ou em situações essenciais, como abastecimento ou socorro médico.
O IAT mantém monitoramento constante nas unidades e a abertura será anunciada assim que possível.

Fonte: IAT Paraná

Nota de esclarecimento - adiamento do concurso IAT

IAT- Instituto Água e Terra do Paraná - Home | Facebook

O Instituto Água e Terra informa que o adiamento da prova do concurso do órgão foi decidido pela banca organizadora IBFC. A prova aconteceria no dia 3 de maio para preencher as 130 vagas para a contratação de técnicos de manejo e meio ambiente, arquitetos, biólogos, engenheiros agrônomo, cartográficos, civis, florestais e químicos, além de geógrafos, geólogos, químicos, sociólogo e médico veterinário. 
A iniciativa foi tomada devido às medidas de isolamento social decorrentes da pandemia do coronavírus.
No momento, não há previsão de uma nova data para realização das provas. Assim que definida, iremos divulgar. 
Estamos à disposição.

Fonte: site do IAT - Instituto Água e Terra

3/31/2020

Venda de pinhão está liberada a partir de quarta-feira no Paraná

Colheita, venda, transporte e armazenamento do fruto são proibidos antes do dia 1º de abril para garantir o consumo sustentável e proteger a reprodução da araucária.


O Instituto Água e Terra (IAT), vinculado à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, libera a partir dessa quarta-feira (01.04) a colheita, venda, transporte e armazenamento do pinhão. A recomendação é que a semente seja colhida de pinhas que já caíram, sinal mais garantido de sua maturação. Além disso, evita que a pessoa corra o risco de queda ao subir numa araucária.
As normas e instruções são estabelecidas na Portaria IAP nº 046/2015 e tem como objetivo conciliar a geração de renda e proteger a reprodução da araucária, árvore símbolo do Paraná e ameaçada de extinção.
“Quando o pinhão cai ao chão é uma oportunidade para animais, como a cutia, ajudarem a semear em outros lugares, garantindo a reprodução da araucária”, explica o gerente de Monitoramento e Fiscalização do IAT, Alvaro Cesar de Góes.
A semente da araucária se forma dentro de uma pinha, fechada, que com o tempo vai abrindo até liberar o pinhão, o qual precisa de quatro anos para completar o seu amadurecimento.
As pinhas maduras desprendem dos galhos geralmente entre os meses de abril a agosto e quando arrebentam esparramam as sementes do seu interior.
“Além de servir de alimento para a fauna local, o hábito de comer pinhão foi herdado de algumas tribos indígenas, sendo agora produto tradicional nas festas juninas e também utilizadas em várias receitas”, relata Góes.
PROIBIDO – Mesmo sendo colhido na data permitida, é proibido o consumo e venda do pinhão verde. As pinhas imaturas apresentam casca esbranquiçada e alto teor de umidade. Se consumido, pode muitas vezes prejudicar a saúde, podendo causar problemas como a má digestão, náuseas e até episódios de constipação intestinal.
Isso acontece, em grande parte, porque neste estado a semente apresenta um alto teor de umidade, o que favorece a presença de fungos, podendo o alimento se tornar até tóxico para o consumo humano.
MULTA - De acordo com as normas ambientais, a pessoa que for flagrada na venda, transporte ou no armazenamento do pinhão antes de 1º de abril está sujeita a responder a processos administrativo e criminal, além de receber auto de infração ambiental e multa de R$ 300,00 para cada 60 quilos de pinhão.
DENÚNCIAS - A venda de pinhões trazidos de outros Estados também não é permitida, sendo obrigatório respeitar as normas locais. Denúncias sobre a venda irregular de pinhão e demais infrações ambientais, podem ser feitas no link Fale Conosco, no site do órgão, pelo telefone do IAT Curitiba: (41) 3213-3700 ou regionais do IAT e Polícia Ambiental.

3/21/2020

Instituto Água e Terra orienta sobre o resgate de animais silvestres

É preciso analisar a situação para garantir a segurança do animal e também evitar um resgate desnecessário, impedindo que ele retorne ao local de origem, geralmente próximo de onde foi encontrado. Saiba como proceder.

O aparecimento de animais silvestres em áreas urbanas e rurais está cada vez mais frequente. O Instituto Água e Terra (IAT), órgão ambiental responsável pela gestão de fauna no Estado, orienta a população como proceder nesses casos. Muitas vezes, eles não estão em perigo ou abandonados. É preciso analisar a situação para evitar um resgate desnecessário, impedindo que o animal retorne ao local de origem, geralmente próximo de onde foi encontrado.
Alguns animais saem para caçar ou procurar outros tipos de alimentos e acabam deixando seus filhotes sozinhos, ausência que pode durar algumas horas ou até mais de um dia. O período da primavera é crítico para os filhotes, principalmente para aves, que estão em época de reprodução.
“Com os fenômenos meteorológicos, como vendavais e chuvas, ou biológicos, como a competição por alimentação e treino de voo, entre outros, alguns filhotes acabam caindo dos ninhos e, muitas vezes, a mãe está próxima, observando e protegendo este filhote. Por isso, é importante analisar por alguns instantes o contexto”, explica a bióloga e chefe do Setor de Fauna do Instituto Água e Terra, Paula Vidolin.
Quando os animais silvestres aparecem em residências, ou estão em situação de ameaça ou machucados, precisam de ajuda humana. É recomendado verificar se ao redor existe área com mata, possivelmente da qual ele tenha saído e, também, se está ferido.
Caso ele esteja saudável e a pessoa localize o possível lugar de origem, pode-se usar objetos como uma vassoura para removê-lo delicadamente ou oferecer frutas para atrai-lo de volta ao seu habitat. Se constatar que ele está ferido ou debilitado é necessário guiá-lo até uma caixa de papelão perfurada e encaminhá-lo a um órgão ambiental competente.
Técnicos da Fauna do IAT orientam a população por telefone – (41) 3213-3465, assim como nas unidades regionais do instituto e outros órgãos ambientais.
SEGURANÇA - A coordenadora do Projeto Onças do Iguaçu, Yara Barros, ressalta que a aproximação vai depender do tipo de animal. Em casos de extremo perigo, como aparecimento de felinos, a recomendação é entrar em contato com os órgãos ambientais para que tomem as providências necessárias.
Ela reforça que tão fundamental como garantir a própria segurança é a reflexão sobre a necessidade do resgate. “Quem resgata geralmente o faz com a melhor das intenções, para salvar o animal, mas muitas vezes isso pode ser prejudicial. Por isso, é importante, antes de qualquer coisa, entrar em contato com uma autoridade ambiental”, alerta Yara.
CONVÊNIO – Em Curitiba, o Instituto Água e Terra firmou um convênio com a prefeitura para o recebimento dos animais silvestres. Agora, invés de serem encaminhados às sedes IAT na Capital, são recepcionados pelo corpo técnico da prefeitura, em uma estrutura mais adequada, no Centro de Apoio à Fauna Silvestre (Cafs), anexo ao Museu de História Natural, no Bairro Capão da Imbuia. Lá, passam por uma triagem que verifica as condições de saúde e se estão aptos a voltar para a natureza.
Casos mais complexos, que necessitem de internamento ou procedimentos cirúrgicos, são encaminhados ao Hospital Veterinário da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Existem outros Cafs no Estado e há perspectiva de instalação de novos centros, ampliando o atendimento da fauna silvestre regionalmente. Até que as parcerias se concretizem, as demais regionais do IAT pelo Estado recebem os animais normalmente. O instituto é responsável por fazer a destinação correta dos animais, seja para a natureza ou para empreendimentos de fauna devidamente licenciadas.
CAMPANHA – O Instituto Água e Terra apoia a campanha Deixe o Bicho no Mato, lançada pelo Instituto Chico Mendes (ICMBio). A campanha conscientiza que quando um filhote é resgatado da natureza, a mãe é privada de cuidar dele, que pode perder a chance de uma vida livre.
Quando o animal encontrado não corre perigo é necessário assegurar também que outras pessoas, cães domésticos, veículos ou maquinários não se aproximem, o que aumenta as chances da mãe retornar e levá-lo para local seguro.

PARANÁ: Unidades de Conservação ficarão fechadas para conter coronavírus

Parques estaduais como Vila Velha, Guartelá e do Monge, que possuem controle de visitação, ficarão fechados por tempo indeterminado. Medida atende decreto estadual referente à prevenção do coronavírus.

O Instituto Água e Terra anuncia o fechamento, a partir dessa quarta-feira (18), das Unidades de Conservação, que possuem controle de visitação, por tempo indeterminado. A medida segue determinação do governador Carlos Massa Ratinho Junior, por meio do Decreto número 4230, para evitar aglomerações de pessoas como forma de prevenção ao coronavírus.
“Temos parques como o de Vila Velha, Guartelá e Monge que recebem mais de mil visitantes por fim de semana. É uma aglomeração muito grande e que deve ser evitada no momento”, ressalta o diretor de Patrimônio Natural do Instituto Água e Terra, Rafael Andreguetto.
O diretor ainda lembra que mesmo sendo locais abertos, os parques têm equipamentos de uso coletivo que podem facilitar a propagação do vírus.
São consideradas Unidades de Conservação com controle de visitação aquelas que têm fechamento de portão, com ou sem cobrança de entrada, como são casos dos parques estaduais de Vila Velha, Mata dos Godoy, Guartelá, do Monge, entre outros.
O Parque Estadual Ilha do Mel e Parque Estadual João Paulo ll são exemplos de locais que não possuem o controle de visitantes. “Nesses casos não podemos impedir a entrada das pessoas, mas orientamos que evitem frequentar esses locais no momento”, diz Andreguetto.
AGENDADOS – Os trabalhos publicitários, de imprensa e pesquisas científicas agendados não serão afetados e os profissionais poderão entrar nas unidades normalmente, conforme data e horário programados. Para eventuais dúvidas, a população poderá ligar no telefone (41) 3213-3700.
VIVEIROS – A determinação de suspender a visitação também se estende aos Viveiros Florestais do IAT. O atendimento presencial ao público está interrompido por prazo indeterminado. Apenas as atividades internas serão mantidas. As dúvidas com relação aos requerimentos aprovados para retirada de mudas florestais poderão ser sanadas via e-mail -mudasflorestaisnativas@iat.pr.gov.br. Os novos requerimentos estão suspensos.
Os Laboratórios de Sementes também manterão apenas as atividades internas e seguem a mesma orientação das demais unidades. O atendimento ao público foi interrompido.
Fonte: IAT - instituto Água e Terra